EDUCAÇÃO PARA A PAZ NO ENSINO FORMAL: DA RESOLUÇÃO PARA A TRANSFORMAÇÃO E TRANSCENDÊNCIA DE CONFLITOS
Palavras-chave:
Educação para a paz, Cultura de paz, Transformação de conflitosResumo
O artigo contém um resumo de pesquisa desenvolvida em Curso de Doutorado de Educação[1], aborda a inserção da Educação para a paz na educação formal. Objetiva compreender como as políticas públicas de educação e as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação, em especial os cursos de formação de professores promovem uma Educação para a paz que envolva transformação ou transcendência de conflitos. Os objetivos específicos incluem identificar a relação, os conceitos e conteúdos abordados; avaliar as políticas educacionais em vigor; e propor a inserção da Educação para a paz no ensino formal, e no ensino superior. A abordagem qualitativa utiliza pesquisa bibliográfica e análise de conteúdo de documentos e normas em vigor, incluindo as recomendações da Unesco (2010, 2015), a Constituição Federal de 1988 e o Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024). Teoricamente, fundamenta-se em autores como Bobbio, Galtung, Jares, Salles Filho e Guimarães, com Galtung e Lederach apoiando a transformação de conflitos. A relevância da pesquisa está em incentivar a reflexão sobre a Educação para a paz, propor sua inserção em todo o sistema educacional, como disciplina eixo, transversal e uniforme, com o fim de dar efetividade a Educação para a Cidadania Global (ECG) da Unesco, juntamente com a educação em direitos humanos, bem como revisar o PNE (2014-2024) e redigir um Plano Nacional de Educação para a Paz (PNEEP), com o fim de efetivar a cultura de paz por meio da educação.
[1] Inserida na linha de pesquisa Cotidiano escolar, práticas educacionais e formação de professores do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba – UNISO.
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